
Antes de molhos elaborados, muitas mesas estírias começam com óleo, vinagre e pão. O vinagre de maçã encaixa especialmente bem com o óleo de abóbora: acidez a fruta frente a profundidade torrada. Este molho não se cozinha. Bata ou agite, deite num recipiente baixo e molhe. É primo da clássica tábua de pão, só que com uma nota de maçã mais clara e uma proporção que pode repetir sempre. Para o hábito mais amplo de rematar a frio: Pratos frios e Combinações.
Suficiente para quatro como molho de prova.

Use vinagre de maçã suave; a agressividade industrial pode enterrar o óleo. Aqui importa o óleo estírio puro porque o molho tem tão poucos ingredientes — as misturas pálidas sabem finas. O azeite faz outro molho de todo; se escolher entre garrafas, Azeite frente a óleo de abóbora esboça o contraste. A cor na taça deve ver-se escura e convidativa: Cor e sabor.

Sirva junto a Molho para pão com óleo e vinagre para uma prova em voo, ou com Salada de queijo de cabra. Folhas temperadas ao estilo estírio: guia de salada. Hábitos quotidianos de acabamento: Cozinhar. Mais receitas: hub de receitas.
Bata mesmo antes de servir para o aroma mais vivo. O molho que sobra aguenta um dia em frasco fechado no frigorífico; leve à temperatura ambiente e agite outra vez. Não o aqueça no lume — o calor apaga o óleo. Se um salpico cair em tecido, absorva e trate cedo: Manchas.
Um bom ponto de partida é mais ou menos duas partes de óleo de abóbora por uma de vinagre de maçã, depois sal a gosto. Algumas mesas estírias vão mais carregadas de óleo; outras preferem mais mordente. Ajuste a meia colherinha, não duplicando de uma vez. Quando a proporção se sentir bem na sua cozinha, pode escalá-la para uma reunião sem reescrever a receita. O mesmo equilíbrio aparece em saladas de folha — veja Salada — e em tábuas de snack junto a Pipocas ou Queijo grelhado. O calor continua sem papel: este molho nunca conhece uma frigideira. Porque importa para a garrafa: Calor e fritura.