
Há saladas de couve que pesam no prato. Maionese a mais, acidez a menos, e a couve desaparece sob uma camada espessa. Uma boa salada de couve precisa acima de tudo de uma coisa: crocância. É aí que entra o óleo de semente de abóbora da Estíria — não como substituto de tudo o que é cremoso, mas como uma nota escura e amendoada que torna o prato mais leve e mais claro.
A ideia é simples. Parte da maionese fica, para o molho aderir. O resto é substituído por óleo de semente de abóbora e vinagre de maçã. O óleo mantém-se frio do primeiro ao último garfo — a mesma lógica de qualquer molho com óleo de semente de abóbora honesto. Sem aquecer, sem fritar, só o aroma tostado sobre a couve crocante.
A salada de couve clássica pode saciar antes de a guarnição cumprir a sua função. Sente-se primeiro a gordura e só depois a couve. Um fio de óleo de semente de abóbora muda esse equilíbrio: a tigela fica mais clara, o sabor mais profundo, e a nota tostada fica por cima. Quem experimenta pela primeira vez o óleo da Estíria num molho cremoso percebe rapidamente como se destaca ao lado de óleos mais suaves — a comparação de óleos torna essa diferença clara.
Tudo começa na tábua. A couve branca é cortada fina o suficiente para as tiras envolverem o molho em vez de resistir a ele. Tiras grossas ficam duras e deixam o molho no fundo da tigela. A cenoura entra ralada, com uma cebola roxa em fatias muito finas se quiser. Uma mistura rápida, e as cores já aparecem antes de o molho estar pronto.

Enquanto os vegetais esperam, toste um punhado de sementes de abóbora a seco na frigideira até cheirarem a amêndoa tostada. Retire do lume e deixe arrefecer por completo. Sementes quentes amolecem no molho; frias mantêm-se estaladiças. Junte-as só mesmo antes de servir, como pontos escuros sobre a couve clara — mais aroma tostado sem mais uma colher de gordura.
Para quatro pessoas como acompanhamento.

Às vezes a salada ainda precisa de um contraponto claro. Aí ajuda a maçã ralada ou em fatias finas: estaladiça, levemente ácida, e de repente o molho parece mais redondo. Uma gota de mel ou uma pitada de açúcar faz o mesmo pelo vinagre — com moderação, para o acompanhamento continuar a ser acompanhamento e não virar sobremesa. Quem quiser pode misturar um pouco de couve roxa; a cor fica mais forte e o verde do óleo recua. No fim, prove outra vez: a couve solta água ao repousar e pode suavizar o tempero.
Para uma tigela mais leve, basta uma colher de sopa de maionese e três de óleo — o molho fica mais solto, mais verde e mais tostado. Para convidados que ainda não conhecem o óleo da Estíria, a proporção dois para dois costuma ser mais confortável. A couve e a cenoura podem ser cortadas de manhã; temperar só cerca de uma hora antes de comer. A salada já temperada aguenta de um dia para o outro, mas amolece. Mantenha a garrafa fechada e fresca entre usos — mais em armazenamento. E cuidado com toalhas de mesa claras: o molho mancha, ver manchas.
Esta salada de couve acompanha bem um churrasco, salsichas ou um frango assado durante a semana. Também combina com uma salada de folhas com queijo de cabra — salada de queijo de cabra com óleo de semente de abóbora — ou pão para molhar do molho para pão. Mais sobre o equilíbrio entre folhas e acidez em salada; por que o óleo nunca vai à frigideira quente explica cozinhar com óleo de semente de abóbora. Mais ideias em receitas e combinações. Para um aroma tostado autêntico na garrafa: óleo de semente de abóbora IGP da Estíria.