
Chocolate e óleo torrado de abóbora soam improváveis até se provarem juntos: cacau amargo, semente a frutos secos, um pouco de sal. Esta mousse mantém o óleo num papel de apoio — uma colherinha incorporada ou algumas gotas por cima — para a sobremesa ficar primeiro chocolate. É uma combinação brincalhona, o mesmo espírito que rematar pipocas ou queijo com um fio escuro. Não é medicina nem um discurso de «superalimento», só um prato que surpreende. Para mais encontros inesperados: Combinações; para um gole estírio adulto noutra noite, Licor de abóbora.
Para quatro a seis doses pequenas.

Um pouco de óleo chega longe em sobremesa. Mais de uma colherinha na base pode saber gorduroso ou amargo face ao cacau. Pense nele como tempero, não como segunda molho de gordura. A cor por cima — uma pérola verde-dourada escura sobre mousse castanha — é parte do teatro; Cor e sabor. O calor não pertence aqui: o óleo fica frio sobre uma sobremesa fria. A lógica quotidiana de acabamento continua em Cozinhar.

Se preferir uma mousse sem ovo cru, use o seu método habitual de natas e chocolate e incorpore a colherinha de óleo quando a mistura estiver fria. Receitas com ovo cru não são para toda a gente — escolha um método cozido ou pasteurizado se importar aos convidados. Mantenha as afirmações honestas: isto é prazer, não um argumento nutricional. Também existem sobremesas com azeite; o estírio é mais escuro e de semente — comparação com azeite.
Sirva pouco. Após uma refeição estíria salgada aterra como um aceno, não como um tijolo. Contraste de pequeno-almoço noutro dia: Bowl de iogurte ou Overnight oats com um remate medido de óleo. Primos de snack salgado: Pipocas. Mais receitas: hub de receitas.
A mousse aguenta tapada no frigorífico até um dia. Acrescente as gotas finais de óleo e as sementes só ao servir para a superfície ficar limpa. Óleo que sobra no guardanapo do remate? Absorva e veja Manchas.